Medos infantis

16/08/2011 13:17

 

Não devemos ignorar os medos das crianças. Tão importante como saber o que fazer é o que NÃO se deve fazer quanto à superação do medo de uma criança. É muito importante que os pais respeitem e busquem entender os medos que seus filhos têm. Os medos são inevitáveis, mas controláveis se a criança conta com a confiança e a ajuda dos pais e responsáveis.

Conselhos que ajudarão a você e a seu filho para que superem juntos o medo

- Não assuste seu filho com histórias de ogros, fantasmas, bruxas, etc., principalmente antes de dormir. Você tem que dizer-lhe que esses personagens somente existem nos contos e filmes. 

- Não ria dos temores que seu filho expressa. Se o ridiculariza ou zomba do seu medo, diminuirá sua confiança. Frases como: “não seja bobo”, “crianças como você não devem ter medo disso”, ou “ não tem vergonha de ter esses medos...”, não contribuirão para diminuir o temor que ele sente. Pelo contrário, o desanimará a compartilhar seus temores contigo.

- Não transmita mais medo ao seu filho do que ele já tem. Ele necessita ter segurança e confiança. Não ignore seus medos. Não minta, por exemplo, dizendo-lhe que uma injeção não doerá ou algo parecido. Se mente sobre uma situação de medo, produzirá mais temor. Ajude-o a preparar-se para enfrentar a situação com verdade e honestidade. Se seu filho tem medo de ir ao colégio, ouça suas razões, leve-o à escola, visite e mostre sua sala de aula e diga-lhe o quanto irá aprender ali.

- Não obrigue seu filho a passar por situações que ele tem medo. Os medos não se superam enfrentando-se a situação de uma vez por todas. Em lugar de ajudar, algumas vezes isso intensifica o medo. Seu filho tem o direito de acostumar-se pouco a pouco com a situação que ele teme. Não o obrigue ver um filme do qual ele tem medo, ou que acaricie um cachorro que ele não gosta.

- Não transmita seus temores pessoais ao seu filho. Se você tem medo de aranhas, seu filho pode sentí-lo. A forma como você enfrenta seus próprios medos dará ao seu filho o padrão a seguir para enfrentar situações similares.

- Não o chame de covarde, ou infantil se o seu filho se mostra temeroso diante de qualquer situação. Não o ridicularize. Isso não o ajudará em absoluto. O fará sentir-se inseguro, necessitado de carinho, solitário e sem compreensão.

- Não o obrigue a afrontar seus medos sozinho. Isso é um enorme erro. Nunca obrigue seu filho a entrar no seu quarto escuro se ele não quiser fazê-lo. Você provocará um aumento da sua ansiedade e contribuirá para esse medo aumentar e até perpetuá-lo. Além disso, o sentimento de não ser capaz de enfrentar a situação não o deixará sentir-se orgulhoso de si mesmo.

- Não dê importância demasiada. Se cada vez que vê um cachorro, você se coloca entre seu filho e o animal e insiste que você o defenderá, a criança acabará pensando que todos os cachorros são realmente perigosos e não poderá superar seu medo.

- Não ignore os medos do seu fiho. Se assim o fizer, a criança se sentirá perdida e só. Não encontrará a forma de enfrentar o problema e perceberá da sua parte, desinteresse e falta de carinho e de atenção.

 Para ajudá-lo é necessário identificar primeiro do que o seu filho tem medo Em situações de ansiedade e de medo nas crianças, os pais devem ter muito claro que sua ajuda é de fundamental importância na superação de tais sentimentos. Os medos não constituem um grave problema. Desse modo, o importante é identificar do que o seu filho tem medo e a partir daí, posicionar-se ao seu lado para que juntos superem esse mal momento.

Conselhos para ajudar seu filho contra os medos

- É muito importante que escute seu filho, permitindo-lhe que expresse todos os seus medos.

- Fale com seu filho sobre os seus medos. Tente saber o que é que o assusta. Dê importância sem ignorá-los.

- Transmita afeto, proteção, tranquilidade e confiança. Dessa forma, seu filho lhe contará sempre sobre seus medos, e poderá ajudá-lo que os supere e cresça mais seguro de si mesmo.

- Estimule seu filho a expressar seus medos sem sentir-se ridicularizado nem envergonhado. Para isso é necessário que aceite os medos como reais. Conte a ele por exemplo de situações que te assustaram quando era pequeno e de seus medos.

- Enfrente o problema com seu filho. Quando ele não for capaz de fazer algo sozinho, tente fazê-o com ele para que possa comprovar que não é nada demais. Se por exemplo, ele não quer entrar em seu quarto no escuro, dê a mão a ele e entre junto.

- Não perca a oportunidade de ensinar seu filho como outras pessoas agem com confiança naquelas situações que ele tem medo. Se seu filho vê outra criança pegar uma formiga pode ser que o ajude a perder o medo dos insetos.

- Premie seu filho cada vez que ele consiga avançar na superação do medo. Elogie seu esforço, seu êxito, sua valentia e sua decisão. Desta forma estará animando-o e dando-lhe mais confiança.

- Quando seu filho estiver passando por uma situação de medo, trate de distraí-lo com jogos. Por exemplo: se o medo que tem é do escuro, invente jogos de espionagem ou de busca de tesouros com lanternas em um quarto escuro. E quando ele conseguir encontrar o tesouro (imaginário), diga-lhe o valente que ele foi e faça-o notar que não passou nada demais.

- Conte-lhe sempre a verdade. Às vezes é o desconhecido e a falta de informação o que provoca os temores no seu filho. Se ele se assusta com contos de ogros, bruxas, etc., diga-lhe que todos os personagens não existem na realidade e que vivem somente nos contos, nos filmes, etc. Repita muitas vezes se necessário.

A criança tem medo. Se seu filho sofre por algum medo, é muito importante que lhe transmita tranquilidade, segurança, e o ajude a superar seus medos com muito carinho e compreensão. De uma forma geral, os medos podem aparecer em crianças de idade entre os 3 e 6 anos. A criança ainda não entende o mundo que a rodeia e tão pouco é capaz de separar o real do imaginário. Nos primeiros anos de vida, a criança conhece a existência de personagens através dos contos, filmes, etc., daí, passa a inventar companheiros e personagens, inclusive situações imaginárias.


Os medos aparecem e desaparecem nas crianças

Alguns medos chegam a ser prejudiciais ao desenvolvimento da criança. No entanto, alguns temores podem fazer com que a criança evite algum acidente: por exemplo: medo de atravessar uma rua, medo de cair do balanço, medo dos animais, etc. São medos que ensinam a criança a ser mais precavida em situações que exigem mais cuidado.
 
Segundo alguns pesquisadores, os medos aparecem e desaparecem, e às vezes sem dar-nos conta dele. E mudam de acordo com o crescimento da criança. As crianças começam a ter medo das pessoas estranhas, objetos esquisitos, ruídos fortes, escuridão, e logo começarão a ter medo da morte, dos monstros, ladrões, etc. Muitos desses medos são induzidos pelo ambiente externo como os filmes, os contos, as histórias de amiguinhos, e outros estão fundamentados em experiências negativas em casa ou fora dela, e de fato podem ajudar aos pais como alarme para identificar situações de algum maltrato ou abuso do seu filho.

Um dos medos mais comuns nos pequenos, é a angustiosa separação dos seus pais, o medo do abandono. Quando sua mãe o deixa numa creche ou com outra pessoa e se vai, o bebê ou a criança não sabe quanto deve esperar para revê-la. É aí que aparece o medo da perda definitiva, já que a criança não tem capacidade de medir o tempo. Mas à medida que a criança amadurece, vai conhecendo com mais profundidade a realidade, e assim superará seus medos. Não é possível acabar com todos seus medos porque estes lhes permitem entender o mundo e a sentir-se mais seguros em sua habilidade de lutar contra eles.

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A primeira estratégia para reter  os valores é: Traga Deus para dentro do seu lar. Sem Ele, tudo perde o sentido.

Aprendendo a temê-lo e a se relacionar com Ele, sua família será preservada do engano, do roubo e de prejuízos.Minha família é um projeto de Deus.Glorifico ao Senhor por vocês fazerem parte da minha família.